VINAGRE & FEL

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Jay Rocker

Segundo o Facebook, sim, os Beatles ainda são mais populares que Jesus Cristo.

Motivado por um bate papo onde a outra parte achava um absurdo “aquele cara dos bítous” ter dito que eles eram mais populares que Jesus, que pecado e que mentira, pois o mundo inteiro conhece Jesus e etc.

Não sou um ardoroso fã dos Beatles e nem do John Lennon. Nutro uma certa simpatia pelo George Harrison, mas nada que me faça um fã, então o resultado da pesquisa de nada tem a ver com meus gostos pessoais.

Onde pesquisar isso? Numa rede mundial. Logo, acessei o tão chato Facebook e procurei as maiores páginas sobre Jesus Cristo e Beatles, escolhida as maiores, tratei de ver quais foram mais curtidas e o resultado está bem no fim desse texto.

O resultado se baseia no número de curtidas que cada página tinha no dia 10/04/2012 na parte da manhã e não tem nenhum efeito ou propósito científico e os caralhos à quatro, foi só para checar mesmo, por pura curiosidade.

Enjoy!

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Patty Ravena

Odeio sair de casa, odeio voltar pra ela. Odeio as paredes do meu quarto, e as do meu emprego talvez. Odeio o sol, as nuvens e toda a poluição.
Odeio as pessoas, o jeito que elas encaram a vida, o jeito que caminham por esse mundo torto.
Odeio o curso que as coisas tomam a partir de um patético movimento mal calculado.
Estou cansada de fazer tudo do jeito certo. Vou começar a falar mais. Ser menos tímida, mandar todos se fuderem. Com o perdão da palavra.
Perdão é o caralho, nada aqui é pra ser bonitinho.
Foda-se as rimas, e os encontros ao acaso.
Foda-se se você não me ama.
Foda-se se não quer passar a vida toda ao meu lado, não quer acordar todo dia e ver meus patéticos olhos azuis.
Eu odeio isso também. Não meus olhos… Não isso eu até gosto. Odeio o fato de as coisas que escolhemos não serem acessíveis.
Você pensa que sabe de tudo, que eu sou “nova demais”. É o caralho. Ninguém sabe as coisas que eu vi e vivi e SOBREVIVI!
Não me venham com bláblaábla. Explique tudo, seja simples, porque eu só entendo quando é simples, sou fracassada de nascença e triste por vocação.
Sou tão previsível, e odeio isso também!
Quero inovar e fazer diferente, mas todos os dias de manhã compro as mesmas coisas na padaria aqui em frente. Todo dia chego em casa e fumo um cigarro enquanto vasculho meu computador ao encontro de nada especifico. Sempre me apaixono a primeira vista, depois me odeio e sumo. Sempre igual.
Ok. Estou tremendamente irada comigo mesmo. A minha famigerada revolta…
“Siga sempre o seu ~coração~  e sempre diga o que sente” OK. Aí eu vou lá, pego o telefone, espero ele atender e falo tudo, vomito toda a minha dor em cima dele. E ele não tem o que me dizer.
Odeio isso! Odeio admitir meu erro dessa forma. Odeio passar por cima do meu orgulho.
Caralho, como eu odeio!
Dizer um “eu te amo” e ouvir um “obrigado”
Achei uma velha caixa com escritos meus de quando eu tinha apenas 11 anos. E ma dor me corroeu, porque lembrei que eu ficava feliz com o simples fato de minha mãe me desejar “Feliz Aniversário” ou como eu radiava quando meu pai me trazia um esmalte. Minha coleção de adesivos…
Onde diabos foi que eu perdi meu entusiasmo, e quando foi que eu me tornei uma fracassa?
Tá essa minha reclamação prolixa enche o saco, eu sei.
Mas por que todos me interrompem? Por que eu nunca consigo terminar o que comecei?
Minha voz é tão insuportável assim? Não me responda…
Eu sou insuportável…
Oi, mundo! Eu te odeio! Eu me odeio, e eu tinha bem mais a dizer, mas esqueci, ou guardei.
Guardei esse verme dentro de mim, para ele terminar de cavar o buraco, o grande abismo que há dentro de mim…
Mas foda-se. Hoje eu vou para Plutão e não pretendo voltar…

Moésio Rebouças

[Impressionante documentário que mostra as inquietantes mudanças nos últimos anos dentro dos movimentos de extrema-direita na Europa. Este é um documentário imprescindível de olhar e difundir.]

Descrição do documentário

Nos últimos cinco anos tem havido uma mudança significativa dentro do movimento de extrema-direita: os veteranos há anos que se aposentaram, são demasiados velhos ou já morreram. Os novos ideólogos estão surgindo em toda a Europa e pulando para outros continentes. Não precisam necessariamente raspar a cabeça; criaram corporações, empresas de distribuição, clubes de música, revistas, editoras, sites na internet e substituíram as antigas simbologias por outras novas. No mundo globalizado em que vivemos, os propagadores do ódio encontraram na internet a ferramenta apropriada para avivar as ideias quase extintas para espalhar seus ideários a países tão distintos como Estados Unidos, Suécia ou Rússia. A coisa mais surpreendente é que, para os seguidores mais jovens, todos os sofrimentos do passado são uma espécie de história virtual e irreal.

Ver o vídeo, legendas em castelhano:
http://www.dalealplay.com/informaciondecontenido.php?con=252582

Jay Rocker

Já se passou muito tempo desde que assisti a banda Cólera ao vivo pela primeira vez, passando por tantas apresentações nos mais diversos locais. Pensei em escrever uma resenha da primeira vez que vi a banda Cólera ao vivo, quando só conhecia o que tinha sido lançado no “Pela paz em Todo Mundo”, mas entre ontem e hoje aconteceu uma coisa que mudou os meus planos e me fez escrever de um show da banda que vi no Garage, lá no Rio de Janeiro, um show conturbado e que me fez conhecer uma pessoa (que não cheguei a ter amizade, mas dividimos a mesma cerveja no dia) que se tornou assunto desde domingo. Me refiro ao Renato Rocha, ex-baixista da Legião Urbana que agora é um morador de rua.

Geralmente não gosto de comentar no blog esses assuntos que estão na moda, mas esse caso passou a ser uma questão pessoal eu tecer meus comentários.

Não vou fazer nenhum “pequeno histórico” ou “pequena cronologia” do Renato na banda, mas colocar as minhas considerações pessoais sobre o Billy e a sua representação musical para mim.

Eu conheci Legião Urbana em 1985 na casa de um de meus tios, ele tinha adquirido o disco “Legião Urbana”, lançado pela EMI no ano anterior. De cara eu gostei e o baixo me chamou a atenção. Já existia o Bi Ribeiro em minha cabeça (E o Dee Dee não tinha chegado ainda) e ouvir a forma com que o baixo daquele disco era tocado foi bom demais. Vi que o nome do baixista era Renato Rocha.

Legião tornava-se ali uma de minhas bandas de cabeceira e Renato Rocha se destacava com sua marcação no baixo e os vídeos em que passavam na TV, além dos programas de auditório (procurem a banda tocando com tocas de papai Noel).

Soube em 1989 que Renato Rocha não fazia mais parte da banda e já naquela época eu disse que o som mudaria e quiçá perderia a qualidade musical. Minha profecia estava certa. A banda mudou em “As quatro estações”, embora ainda mantivesse um pouco do gás de Renato Rocha, porém a comprovação do novo direcionamento musical da banda se daria com o álbum “V”, onde a banda assumiu a sua faceta mais romântica e começou a se tornar a banda preferida da molecadinha que compra um violão para aprender a tocar “Pais e Filhos” pras meninas.

O lado rock and roll da banda acabou no exato momento em que Renato Rocha não fazia mais parte da banda. A perda foi para os dois lados, tanto para a banda quanto para o Renato, mas o caminho pior, o velho Billy quem trilhou.

A amizade deu lugar para uma mágoa cada vez maior e danos irreparáveis começaram a acontecer. Do lado da banda estava tudo bem, pois tão louco quanto Renato Rocha era Renato Russo, que tinha uma diferença, se importava com os fãs e cumpria seus compromissos. Renato Rocha já tinha largado mão, estava dando trabalho e atrasando a banda, pois conforme o próprio Dado Villa-Lobos comenta: “ele perdia um avião aqui, um ensaio ali” e não podemos discordar para uma banda isso é muito ruim. Se para nós que temos bandas independentes é foda não ter o cara nos ensaios e tem gente que falta até nos shows, imagina para uma banda que tinha contratos e coisas para seguir.

Enfim, a banda acabava de se separar e para o lado da Legião era bem possível um afundamento, pois nenhum dos remanescentes tinha habilidades musicais apuradas. Convenhamos que Dado, Bonfá e Renato Russo eram músicos limitados. Mas eles tinham uma carta na manga: Renato Russo e suas letras. Se por um lado Renato Russo não era um cara fodão no instrumento, ele tinha uma facilidade imensa para escrever e compor belíssimas poesias. Foi o que ele fez. A banda então foi salva pela poesia lírica de Renato Russo, pela temática abordada e pela facilidade de transformar a dor em versos, o que fez com que as pessoas passassem a gostar ainda mais da banda e seu álbum seguinte ser um verdadeiro estouro (o já citado “As quatro estações”).

Do outro lado, a gente tinha um cara talentoso e amargurado, que abusava das drogas e do álcool na época da banda e que começou a abusar ainda mais após sua saída.

Ele começou a proferir diversos insultos para a banda, em especial para Dado e Bonfá, que não faziam a linha que os Renatos faziam. Em contrapartida, tecia elogios ao Renato Russo, que era uma boa pessoa com ele, mas que teve a difícil tarefa de despedi-lo da banda, o que fez sem rodeios.

Renato Rocha era (e ainda pode voltar a ser) um grande cara, skinhead, negro, estiloso, que tocava bem, tinha personalidade e atitude roqueira, mas ele tinha uma leve queda por excessos, o que o fez decair cada vez mais.

Então se passaram alguns anos e em meados de 1994 ou 1995, estava no Rio de Janeiro, na minha primeira viagem sozinho para fora do estado e acabei descobrindo que teria um show do Cólera no Garage. Lá fui eu. Na época tinham alguns anarco punks distribuindo panfletos contra o show da banda, que custava a quantia milionária de R$ 6,00 (isso mesmo, 6 mangos) e depois que o show acabou, fui falar com o Redson e disse que era de Barueri, o que foi a carta certa para conseguir a atenção dele (até aquele momento, ele era apenas o Redson da banda que eu gostava) e passarmos a bater um papo. Ele perguntou com quem estava e junto com três amigos cariocas fomos convidados para tomar uma depois, lá na praia. Se aceitamos? Claro. Eis então que surge um cara gigante, forte, com o mesmo visual “skinhead negão two tone” por trás e dá um abraço nele. Era ninguém mais e ninguém menos que o Renato Rocha, que foi conosco para esse boteco de praia.

Claro que ele nem conversava conosco (a molecada convidada) e dava suas atenções para o Redson, o dono do Garage e outras pessoas, mas estávamos lá e em dado momento eu perguntei se existia uma possibilidade dele voltar a tocar com a Legião Urbana, nessa hora ele desceu o pau no Dado e no Bonfá de uma forma incrível e de maneira totalmente arrogante ao se referir aos discos lançados e até ao recém-lançado álbum solo do Renato Russo, gravado em inglês (The Stonewall Cellebration Concert). Ele dizia que estava por cima, que a banda precisava mais dele que ele da banda (isso que a banda já era sucesso nacional e etc.), que ninguém pagava os direitos dele, etc. Enfim, achei-o arrogante, pedante e chato, mas não tirava o mérito dele de ser um grande baixista e por mais que ele dissesse que era o cara, eu tinha que concordar que seu baixo fazia falta na sonoridade da banda.

Em conversa dentro do ônibus que nos levaria para Sepetiba, comentei que ele teria que descer do salto, pois era um gênio, mas entregue as drogas como estava e com aquele monte de mágoa remoendo ele, ele não conseguiria voltar a ser quem era.

Hoje, uns 15 ou 16 anos depois, me deparo com a matéria de que ele morava na rua e estava nas piores condições e inclusive com a sanidade comprometida. Putz, achei triste pra caramba. Enquanto isso, os juízes da internet desciam o pau no Dado Villa-Lobos e no Marcelo Bonfá, achando que eles não tinham ajudado, que a culpa era deles e etc. Coisa já esperada quando tratamos de um mundo onde a garotada foi condicionada a nunca assumir as responsabilidades e culpar os outros.

A culpa da expulsão de Renato Rocha da banda, só cai sobre ele mesmo, ele trilhou o caminho. Após a saída da banda, ele tinha tudo para arrebentar em outra banda, mas procurou caminhos que nada traziam de bom. É chato e triste você dizer isso de uma pessoa que você admirava e hoje…, mas é a realidade. Uma vez li uma frase numa daquelas agendas da Tribo que dizia: “Faça bem as suas escolhas hoje, pois elas que o farão amanhã” e é bem isso mesmo.

Acho que o Billy ainda tem recuperação e seria um prazer poder ajuda-lo. Queria ter condições para isso, mas o que posso fazer? Não posso dizer que sinto pena, pois foi um caminho que ele teimou seguir, a família, a banda e até o próprio Renato Russo em vida tentou ajuda-lo, mas a sua arrogância fez com que ele continuasse sozinho.

Que ele volte a brilhar o quanto antes, que ele possa aceitar suas falhas e seus erros e recomeçar, que ele tenha essa oportunidade e que a sua história sirva de lição para todos, pois a arrogância, as drogas e o orgulho idiota podem te levar para muito mais baixo do que você esperava.

Força sempre Billy e que seus direitos musicais sejam respeitados e todo o dinheiro que lhe devem por direitos autorais sejam pagos.

Jay Rocker

Que Might Might Bosstones é uma banda que gosto muito não é novidade pra ninguém. Ouvi a primeira vez em meados de 1995 na casa do Joel R. Alves, grande lenda do skate barueriense e na ativa até hoje. Em janeiro de 1998 eu já tinha em minhas mãos uma cópia do “Let’s Face It” que contém clássicos como Royal Oil, The Impression That I Get, The Rascal King, Numbered Days, entre outras.

Se antes eu gostava do Ska do Operation Ivy, com Might Might Bosstones eu pude gostar do ska-punk. Juntando todo o punch do punk rock e do hard core com os metais que eu tanto adorava, uma linha de baixo fudidamente fodauras e o vocal rasgado do Dick Barret foram as coisas que me prenderam nessa banda, que tem gente pra caramba em sua formação e um cara exclusivamente para dançar no palco.

Mas o motivo que eu cito a banda agora, é que eles são os responsáveis pela música do 28º dia do Desafio Musical dos 250 dias, que pede “uma musica cuja a melodia você ache bonita” e sem sombras de dúvidas eu posso afirmar que SO SAD TO SAY, lançada em 2000 no álbum Pay Attention (sucessor do Let’s Face It) e que desde então faz parte de minha trilha sonora.

O sensacional vídeo está disponível na net, basta clicar em http://www.youtube.com/watch?v=S-5PltSizWI e sair dançando pela sala. É impossível ficar parado com essa música e ela corre o risco de entrar na lista outra vez.

A letra é essa, cante junto, ou melhor, veja o vídeo primeiro.

SO SAD TO SAY

(Might Might Bosstones)

i’ll let you in on how i’m feeling
you’ve got a lot of nerve
you’ll get what you deserve
granted this feelings unappealing
i’m bitter, i’ll admit
now i’ve gotta deal with it
just one more thing okay
it so s-sad to say, it’s,

so sad to say
what we had has gone away
ya could say its sad
think of what we could have had

i’ll let you out without resistance
parting this way is not,
the way we ever thought, in fact
i always thought we’d go the distance
but we went nowhere quick
so sad it makes me sick
just one more thing okay
its so s-sad to say, it’s,

so sad to say
what we had has gone away
ya could say it’s sad
think of what we could have had

my animosity has, got the best of me
it been feeding off of sadness deep inside that’ll fade i pray
and in time it will i know
so far its fading slow
just one more thing okay
it’s so s-sad to say, it’s,

so sad to say
what we had has gone away
ya could say it’s sad
think of what we could have had
so sad to say
so sad to say

Jay Rocker
Antes de mais nada, dentre tantas coisas que me chegam no e-mail (e saibam que vejo todos) recebi essa carta. Não sei se o conteúdo é verídico e nem me dei ao trabalho de pesquisar, por um único motivo: Por mais que não seja um fato ocorrido com uma pessoa em especial, é um fato que ocorre diariamente em diversas unidades de ensino, seja do pré até a universidade, então, vale a pena ser mencionado, pois já vi tanto caso absurdo, onde pais para suprir as necessidades ocasionadas por suas falhas, acabam fazendo todas as vontades de seus filhos.
A carta segue da mesma forma que chegou em minhas mãos, sem alteração. Tirem suas próprias conclusões.
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Meu nome é Maurício Girardi. Sou Físico. Pela manhã sou vice-diretor no Colégio Estadual Piratini, em Porto Alegre , onde à noite leciono a disciplina de Física para os três anos do Ensino Médio.   Pois bem, olha só o que me aconteceu:   estou eu dando aula para uma turma de segundo ano. Era 21/06/11 e, talvez, “pela entrada do inverno”, resolveu também ir á aula uma daquelas “alunas-turista” que aparecem vez por outra para  “fazer uma social”.  Para rever os conhecidos.Por três vezes tive que  pedir licença para a mocinha para poder explicar o conteúdo que abordávamos.
Parece que estão fazendo um favor em nos permitir um espaço de fala. Eis que após insistentes pedidos, estando eu no meio de uma explicação que necessitava de bastante atenção de todos, toca o celular da aluna, interrompendo todo um processo de desenvolvimento de uma idéia e prejudicando o andamento da aula. Mudei o tom do pedido e aconselhei aquela menina que, se objetivo dela não era o de estudar, então que procurasse outro local, que fizesse um curso à distância ou coisa do gênero, pois ali naquela sala estavam pessoas que queriam aprender’ e que o Colégio é um local aonde se vai para estudar. Então, a “estudante” quis argumentar, quando falei que não discutiria mais com ela.
Neste momento tocou o sinal e fui para a troca de turma. A menina resolveu ir embora e desceu as escadas chorando por ter sido repreendida na frente de colegas. De casa, sua mãe ligou para a Escola e falou com o vice-diretor da noite, relatando que tinha conhecidos influentes em Porto Alegre e que aquilo não iria ficar assim. Em nenhum momento procurou escutar a minha versão nem mesmo para dizer, se fosse o caso, que minha postura teria sido errada. Tampouco procurou a diretoria da Escola.
Qual passo dado pela mãe?  Polícia Civil!… Isso mesmo!… tive que comparecer no dia 13/07/11, na  8.ª (oitava Delegacia de Polícia de Porto Alegre) para prestar esclarecimentos por ter constrangido (“?”) uma adolescente (17 anos), que muito pouco frequenta as aulas e quando o faz é para importunar, atrapalhar seus colegas e professores’. A que ponto que chegamos? Isso é um desabafo!… Tenho 39 anos e resolvi ser professor porque sempre gostei de ensinar, de ver alguém se apropriar do conhecimento e crescer. Mas te confesso, está cada vez mais difícil.
Sinceramente, acho que é mais um professor que o Estado perde. Tenho outras opções no mercado. Em situações como essa, enxergamos a nossa fragilidade frente ao sistema. Como leitor da tua coluna, e sabendo que abordas com frequência temas relacionados à educação, ”te peço, encarecidamente, que dediques umas linhas a respeito da violência que é perpetrada contra os professores neste país”.
Fica cristalina a visão de que, neste país:
  • NÃO PRECISAMOS DE PROFESSORES
  • NÃO PRECISAMOS DE EDUCAÇÃO
  • AFINAL, PARA QUE SER UM PAÍS DE 1° MUNDO SE ESTÁ BOM ASSIM
Alguns exemplos atuais:
· Ronaldinho Gaúcho: R$ 1.400.000,00 por mês. Homenageado pela “Academia Brasileira de Letras”…
· Tiririca: R$ 36.000,00 por mês. Membro da “Comissão de Educação e Cultura do Congresso”…
TRADUZINDO: SÓ O SALÁRIO DO PALHAÇO, PAGA 30 PROFESSORES.
PARA AQUELES QUE ACHAM QUE EDUCAÇÃO NÃO É IMPORTANTE: CONTRATE O TIRIRICA PARA DAR AULAS PARA SEU FILHO.
Um funcionário da empresa Sadia (nada contra) ganha hoje o mesmo salário de um “ACT” ou um professor iniciante, levando em consideração que, para trabalhar na empresa você precisa ter só o fundamental, ou seja, de que adianta estudar, fazer pós e mestrado?  Piso Nacional dos professores: R$ 1.187,00… Moral da história: Os professores ganham pouco, porque “só servem para nos ensinar coisas inúteis” como: ler, escrever, pensar,formar cidadãos produtivos, etc., etc., etc….
SUGESTÃO: Mudar a grade curricular das escolas, que passariam a ter as seguintes matérias:
  • Educação Física: Futebol;
  • Música: Sertaneja, Pagode, Axé;
  • História: Grandes Personagens da Corrupção Brasileira; Biografia dos Heróis do Big Brother; Evolução do Pensamento
  • das “Celebridades”
  • História da Arte: De  Carla Perez  a  Faustão;
  • Matemática: Multiplicação fraudulenta do dinheiro de campanha;
  • Cálculo: Percentual de  Comissões e Propinas;
  • Português e Literatura: ?… Para quê ?…
  • Biologia, Física e Química: Excluídas por excesso de complexidade.
Está bom assim? … eu quero mais!…
ESSE É O NOSSO BRASIL …
Vejam o absurdo dos salários no Rio de Janeiro (o que não é diferente do resto do Brasil)
  • BOPE - R$ 2.260,00………………….. para  …….. Arriscar a vida;
  • Bombeiro - R$ 960,00…………………para  ……..  Salvar vidas;
  • Professor - R$ 728,00…………………para  ……..  Preparar para a vida;
  • Médico - R$ 1.260,00………………….para  ……..  Manter a vida;
E o Deputado Federal?…..R$ 26.700,00 (fora as mordomias, gratificações, viagens internacionais, etc., etc., etc., para FERRAR com a vida de todo mundo, encher o bolso de dinheiro e ainda gratificar os seus “bajuladores” apaniguados naquela manobrinha conhecida do “por fora vazenildo”!).
IMPORTANTE:
Faça parte dessa “corrente patriótica” um instrumento de conscientização e de sensibilização dos nossos representantes eleitos para as Câmaras Municipais, Assembleias Estaduais e Congresso Nacional e, principalmente, para despertar desse “sono egoísta” as autoridades que governam este nosso maravilhoso país, pois eles estão inertes, confortavelmente sentados em suas “fofas” poltronas, de seus luxuosos gabinetes climatizados, nem aí para esse povo brasileiro. Acorda Brasília, acorda Brasil !…

Jay Rocker

Estávamos em 1982, o país mergulhado na ditadura e a repressão comendo solto. Pessoas eram presas por qualquer motivo e ser punk era um desses. Enquanto isso, punks do ABC e punks de São Paulo brigavam pelo simples fato de serem de localidades diferentes. Não importava se a pessoa também era punk, o que realmente importava é que ela não era do “pedaço”.

Com o intuito de unir e acabar essas brigas entre punks, foi surgindo uma ideia de um grande festival que reunisse bandas do ABC e da capital paulista e assim transformar o movimento punk em um só e não em subdivisões que estavam matando a cada dia mais. Não bastasse você se preocupar em não ser abordado pela polícia, tinha o fato de você não ser encontrado por outros punks.

Não vivi essa época de 30 anos atrás, mas conheço algumas pessoas que estavam lá e atestam essas versões. Fico pensando, se no fim dos anos 80 (que presenciei) já era uma coisa meio perigosa ser punk ou de qualquer tribo roqueira do país, imagina então lá no comecinho?

Para tentar unir as regiões, alguns punks idealizaram o festival O COMEÇO DO FIM DO MUNDO, que rolou nos dias 27 e 28 de novembro de 1982 e foi capitaneado por Antonio Bivar (autor do Livro O que é Punk) e Redson Pozzi (Cólera) e teve como palco principal o SESC Pompéia. Segundo depoimentos de pessoas da época, a galera do ABC ainda achava que era alguma armadilha dos “punks da city” para poder pegar eles. Realmente a coisa estava feia e era punk matando punk.

O evento contou com exposições de diversos materiais da cultura punk e com a apresentação de 20 bandas, dentre elas, algumas que ainda continuam na ativa como: DZK (na época se chamava Decadência Social), Hino Mortal, Inocentes, Lixomania (que seria o embrião do 365), Olho Seco, Ratos de Porão e Ulster. Também estaria na ativa a banda Cólera, que teve seu fundador Redson falecido em setembro do ano passado.

Além dessas bandas, o evento contou com a presença das bandas: Desertores, Dose Brutal, Estado de Coma, Extermínio, Fogo Cruzado, Juízo Final, M-19, Negligentes, Neuróticos, Passeatas, Psykóze e Suburbanos.

O evento foi marcado pela união punk e pelo apoio de público e organizadores que se fundiam, mas em contrapartida, também ocorreram algumas brigas e atritos que ocasionaram na invasão do SESC pela polícia.

As bandas que tocaram no evento tiveram uma musica gravada que fez parte do álbum com o mesmo nome do festival e por motivos de desavenças entre organizadores e a banda Ulster, a banda acabou não entrando na prensagem do disco. Anos depois, quando Fábio Sampaio (Olho Seco) lançou o álbum por seu selo, a Ulster entrou como bônus.

19 anos depois, já em 2001, veio a comemoração do festival, dessa vez com o nome de A UM PASSO DO FIM DO MUNDO, que ocorreu no Tendal da Lapa nos dias 24 e 25 de novembro e dessa vez com mais que o dobro das bandas do primeiro festival e com uma estrutura maior. Ainda capitaneado por Bivar e pelo incansável Ariel (Atual Restos de Nada/Invasores de Cérebros) que na época era vocalista da banda Inocentes. Falando em Inocentes, embora a banda estivesse em atividade, não fez parte dessa que seria uma espécie de continuação d’O Começo do Fim do Mundo.

Dessa vez o cast foi composto pelas bandas: Ação Direta, Agrotóxico, Armagedom, Atitude, Autogestão, Blind Pigs, Calibre 12, Colisão Social, Cólera, Condutores da Revolta, Condutores de Cadáver, Contraversão, Cosmogonia, Deserdados, Distrimia, DZK, Esgoto, Excluídos, Excomungados, FDS, Fecaloma, Flicts, Food4Life, General Bacon, Grinders, Histeria Coletiva, Holly Tree, Indigesto, Infect, Invasores de Cérebros, Kolapso 77, Lambrusco Kids, Lixo Suburbano, Lokaut, Mandrovás, Narcose, 88 Não!, Olho Seco, Passeatas, Pátria Armada, Phobia, Restos de Nada, Rrraict Tuff, Senso Críticos, Stoosh, Sick Terror, Subsistência, Suco Gástrico, Ulster, Underboyz, Voz Ativa e Zumbis do Espaço.

Houve um princípio de tumulto quando jogaram uma pedra que acertou no Henrike, vocalista da banda Blind Pigs, enquanto eles executavam seu set. Um momento muito chato que foi gerado por uma única pessoa e que atrapalhou a diversão de várias outras que foram para ver a banda. Atitudes assim são lamentáveis e voltou a acontecer no segundo dia da festa com a banda Holly Tree, que se não foram agredidos fisicamente, tiveram que tocar ao som de pessoas os xingando de boyzinhos, filhos de papai, punks de shopping e etc. Mas também tiveram momentos memoráveis e apresentações brilhantes (para mim) como: Armagedom, Atitude, Cólera, Condutores de Cadáver, Cosmogonia, DZK, Grinders, Lambrusco Kids, Olho Seco, Restos de Nada, Sick Terror, Underboyz, e Zumbis do Espaço, que fizeram as melhores apresentações em minha opinião, sem desmerecer as outras participantes, até porque dois dias com palcos simultâneos e com tanta banda legal, fica quase impossível você acompanhar todas como gostaria. Uma ou outra treta acabava saindo, mas também teve momentos de punks que tinham treta nos anos 80 chegarem e acertarem tudo, com os filhos presentes e assumirem o quanto foram idiotas. Isso foi o que mais valeu a pena no festival.

E assim passamos para 2002, depois do começo do fim do mundo e de estar a um passo do fim do mundo, chegava a data d’O FIM DO MUNDO, mais um festival punk que entrava para formar a trilogia dos grandes festivais que celebravam O Começo do Fim do Mundo, agora já completando seus 20 anos e com muita lenha para queimar.

Esse 2002 era um ano quem que várias bandas do underground estavam tomando de assalto as rádios e tudo prometia ser bem diferente. A organização foi ainda maior, as bandas agora são 60, divididas em oito dias que além de som teria mostras de vídeos, debates, exposições e diversos lançamentos que iam de livros a zines, passando por bandas e seus novos álbuns.

Quem segurou os amplis pra galera dessa vez foram as bandas: Ação Direta, Ácratas, Agrotóxico, Antropófagos, Armagedon, Ato Público, Calibre 12, Carne Moída, Cirrose Cerebral, Cólera, Condutores de Cadáver, Contra Ataque, Colisão Social, CPL, Deserdados, Distrimia, DZK, Esgoto, Esquizofrenia, Eutanásia, Excomungados, Fecaloma, Flicts, Fogo Cruzado, Fungos, General Bacon, Grind Day, Hino Mortal, Holly Tree, Histeria Coletiva, Íbis, Indigesto, Infect, Kolapso 77, Lambrusco Kids, Lixomania, Lixo Suburbano, Lokaut, Los Dingos, Mandrovás, Menstruação Anárquika, Mingau Matador, Narcose, 88 Não!, Os Cachorros, Os Excluídos, Pacto Social, Passeatas, Pátria Armada, Phobia, Raticida, Razão Social, Restos de Nada, Rrraict Tuff, R.U.D.E.S., Scória, Stoosh, Subviventes, Suco Gástrico, Terceira Classe, Trassas, Ulster, Voz Ativa e Zé Galinha Company.

Esse foi o famoso evento em que o Supla também foi agredido pelo pessoal em meio ao show do Holly Tree. Não vi o que aconteceu e nem como aconteceu, então limito-me apenas a informar o ocorrido. Por causa do trampo que tinha na época, consegui ir apenas a um dia do evento, que foi o segundo dia, o domingo que teve Cólera e como sempre foi um grande show. Na verdade eu vi Cólera e segui para trampar. Como diria o Ratos de Porão “Essa vida de peão!”.

Vale citar que esse evento trouxe bandas de outros estados, como Paraná, Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais e a banda R.U.D.E.S. (Raciocínio Unanime Declarando Eficiencias Sociais) é a mesma banda Rudes de Barueri, que na época tinha o lendário Marcio (Ex-Hard Life) nos vocais e atendiam por esse nome.

E assim seria a trilogia do Fim do mundo. Isso se não houvesse um porém, ou melhor, um ENFIM nesses 10 anos que se passaram após o último festival.

Agora já se passam 30 anos do festival O COMEÇO DO FIM DO MUNDO, que retorna para seu berço, o lendário SESC Pompéia e em três dias de eventos comemorativos aos 30 anos do festival, surge-nos O FIM DO MUNDO, ENFIM!, que dessa vez terá o menor cast da história, porém, muita nata para a galera. O festival acontece de 29/03 a 01/04 e contará com as bandas: Agrotóxico, Ataque 77, Cólera, Condutores de Cadáver, Devotos, Flicts, Garotos Podres, Inocentes, Invasores de Cérebros, Lixomania, Olho Seco, Os Excluídos, Questions, Ratos de Porão e Restos de Nada.

Os ingressos custam de R$ 4,00 a R$ 16,00 e os três primeiros dias são proibidos para menores de 18 anos.

A última noite será interessante, pois a banda Cólera sobe ao palco com Wendel (Sociedade Sem Hino) que substituirá o Redson em frente a banda. Também contará com a presença dos Hermanos argentinos do Ataque 77. Enfim, além de um grande evento é uma grande chance de conhecer um pouco da história do punk nacional e ainda ver as bandas Cólera, Inocentes, Olho Seco e Ratos de Porão, que estiveram presentes no primeiro festival, lá de 1982 do começo do texto, lembra? E não posso deixar passar em branco que Ariel esteve presente e sempre um dos cabeças dos quatro eventos, então, essa é a oportunidade de você que não viu, conhecer uma das lendas do punk tupiniquim.

Corre lá e vá pogar!

Maiores informações em: http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/busca.cfm?conjunto_id=9611

Jay Rocker

Quer saber o que anda acontecendo por nossas páginas? Então, que tá curtir a nossa página no Facebook? Saiba antes e fique sempre informado da atualização de novos posts, além de participar de promoções que ocorrerão em breve.

Acesse http://www.facebook.com/pages/Vinagre-Fel/304965006217931 e faça parte do levante. Vem com a gente!

Jay Rocker

A Roda da Fortuna (The Hudsucker Proxy), lançado em 1994, traz a tona uma Nova York dos anos 50, com todo o glamour da época, contando a história do jovem Norville Barnes, que recém formado em administração, chega na cidade em busca de um emprego, mas devido a sua falta de experiência não consegue arranjar nada.

Barnes (interpretado por Tim Robbins) estava numa maré não muito boa, pois sem dinheiro e com uma grande ideia na cabeça, buscava em vão se integrar a alguma grade empresa e assim por seu aprendizado em ação e realizar o famoso sonho americano.

O filme se inicia com um Barnes (já presidente da empresa Hudsucker) em cima do telhado da Hudsucker, preparando-se para seu suicídio, numa noite de véspera de ano novo. Nesse momento somos transportados para algumas semanas antes quando Norville Barnes chega na cidade em busca de uma boa colocação profissional.

Em meio a um café e diversos anúncios de vagas que não tinham nada a ver com ele, ele se retira do bar e o vento leva o jornal até ele, que circulado pela marca da xícara, destaca-se uma vaga para mensageiro sem experiência para as Indústrias Hudsucker.

Como todo mensageiro, Barnes acaba sendo ignorado por todos, até o momento em que precisa entregar uma “carta azul” para um dos acionistas, que após a morte do presidente da empresa estava preocupado com os controles da administração da empresa, então propôs aos outros acionistas que fizessem parecer que a empresa estava nas piores condições, e quando fosse ofertado as ações ao público, as pessoas se negassem a comprar, devido ao alto risco que a empresa representaria.

Com tanta presepada por minutos, o acionista viu em Barnes o “idiota perfeito” para ser indicado como presidente. Fato constatado e Barnes, o mensageiro se tornava da noite para o dia, o novo presidente das Indústrias Hudsucker.

A grande ideia de Barnes era um brinquedo infantil num formato cilíndrico. No papel, nada mais era que uma bola, mas na verdade ele estava criando o bambolê. Visto a simplicidade do projeto, os acionistas deram plenos poderes para que ele pudesse produzir o artefato, pois eles acreditavam que seria um fiasco de venda. Ledo engano, pois o brinquedo se tornou um verdadeiro sucesso de vendas.

Jornais sensacionalistas estão todos preocupados em saber quem é esse desconhecido “sem pedigree” que está tomando conta da empresa e um deles envia a repórter Amy Archer para fazer contato com o novo presidente, que a contrata achando ser uma garota de sua cidade do interior. O que ele não sabe é que essa garota é a mesma que escreve os textos falando nele no jornal.

Toda essa trama nos leva a conhecer alguns pecados administrativos e como pessoas podem ser gananciosas ao ponto de prejudicar os outros apenas para satisfazer seus desejos e interesses pessoais, assim como mostra como a inocência pode atrapalhar o desenvolvimento do indivíduo e de empresas.

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Jay Rocker

Chegamos ao 27º desafio, que me pede uma musica que me dá medo e pela segunda vez registrarei o NENHUMA como música que me causa essa sensação. Como disse anteriormente, música consegue me trazer até cheiro nas memórias, mas nunca me causou medo.

Então temos um post curto e nenhuma música para essa hora.

Jay Rocker

Celso Furtado é sem sombra de dúvidas o mais conhecido e mais conceituado economista brasileiro no mundo, mérito devido a qualidade de todos os seus trabalhos, tanto em terras brasileiras como os que desenvolveu e foram traduzidos em vários países.

História Econômica, Teoria do Desenvolvimento, Política e Planejamento Econômico, são alguns dos temas abordados pelo economista nascido na cidade de Pombal (PB) em 26 de julho de 1.920, que dentre dezenas de livros, publicou a sua mais importante trilogia com os livros: Desenvolvimento e Subdesenvolvimento (1961), Teoria e Política do Desenvolvimento Econômico (1967) e Pequena Introdução ao Desenvolvimento: Enfoque Interdisciplinar (1980), que são itens obrigatórios em qualquer biblioteca sobre economia, tamanha importância dos escritos que já foram traduzidos para diversas línguas.

Celso Furtado foi eleito na Academia Brasileira de Letras em 07 de agosto de 1997, ocupando a cadeira de número 11, tomando posse em 31 de outubro do mesmo ano e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 20 de novembro de 2004.

Amartya Sen, ganhador do prêmio Nobel de economia de 1998, é um economista indiano, nascido na cidade de Santiniketan (Índia) em 03 de novembro de 1933.

Tendo estudado economia na Universidade de Cambridge, volta a seu país para lecionar na Escola de Economia de Delhi e em 1981 escreve o livro Pobres e Famintos: Um ensaio sobre Direito e Privação, seu mais conhecido livro.

Sen demonstra que mesmo quando suprimentos de alimentos tem diferença não significativas as dos anos anteriores, ainda é capaz de ocorrer a fome e a privação, haja visto que segundo seus estudos, a falta de organização governamental para produzir e distribuir os alimentos.

Em 1998, após o sucesso de suas aulas ministradas na Índia e Estados Unidos, Amartya Sen foi convidado a assumir o cargo de professor titular no Trinity College (Reuno Unido), tornando-se assim o primeiro estrangeiro a ocupar o cargo.

Tanto o brasileiro Celso Furtado, quanto o indiano Amartya Sen, são considerados pilares fundamentais para as pesquisas sobre desenvolvimento e subdesenvolvimento e baseado em seus comentários, podemos concluir que tanto o subdesenvolvimento quanto o desenvolvimento não são baseados apenas sobre fatores financeiros, mas ainda nos aspectos sociais, intelectuais,  culturais e políticos, surgidos a partir de um histórico longo, onde cada parte da história, de acordo com suas ações, foi contribuinte para a criação do país desenvolvido ou subdesenvolvido.

Então, podemos afirmar que os países mais ricos, conseguem ser mais desenvolvidos devido a política da consciência pessoal, onde um conjunto de fatores que incluem a cultura, posição política , cultural e intelectual, contribuem para que governo e população possam agir de forma mais contundente no sentido de melhor administração do dinheiro e investimento público. Porém, como já afirmado anteriormente, não é o dinheiro que torna um país desenvolvido e se não houver essa integração com a população, de nada adiantará os recursos, pois não serão aproveitados de maneira correta e então teremos países como a Índia e alguns do Oriente Médio, que são países considerados ricos, mas devido a sua cultura, permanecem pobres e subdesenvolvidos.

Um país subdesenvolvido tem como característica todo o inverso do já citado, o que acaba ocasionando a pobreza sócio-cultural, que será responsável por mais afundamento e tudo aquilo que impedirá o desenvolvimento socioeconômico do país. Com educação de baixa qualidade, falta de qualidade de vida, ignorância vinda desde os ascendentes, temos a fórmula completa para pessoas com um grande potencial em não fazer qualquer tipo de coisa que possa contribuir com o desenvolvimento de sua pátria.

Citar os fatores que ocasionam o desenvolvimento e o subdesenvolvimento, exige com que traçamos um único perfil, pois a falta de algumas situações é o fator chave para decidir qual o futuro de um país e cada membro da sociedade, tem a mesma responsabilidade para trilhar o caminho de desenvolvimento e conduzir sua pátria a um futuro de glória e desenvolvimento.

Jay Rocker

Poderia utilizar um grande chavão ramoneiro para citar uma musica que lembre a minha família, para assim completar o 26º dia do Desafio Musical dos 250 dias e colocar We’re a Happy Family para tocar, mas embora ela cite família e as aventuras de uma, não seria justo colocá-la e deixar de citar uma musica que cantamos sempre e já faz parte de nosso dia a dia.

A musica em questão, faz parte do seriado “Eu, a patroa e as crianças” e aparece no episódia “Ultrassonografia”, o nono episódio da quarta temporada, onde Franklin ganha um par de sapatos Blink Doo e vai mostrar para sua amada Kady.

A performance do garotinho é mais que engraçada de tão pura que é. E a música seria o jingle do produto em questão. Ele pergunta: Você não viu  comercial? e em seguida faz a coreografia, acompanhada da canção de uma estrofe.

O episódio foi ao ar no Brasil pelo SBT e vale a pena ser visto.

Para fechar, olha que graça: http://www.youtube.com/watch?v=KswJuxnf-fw

E a gigantesca letra é:

BLINK DOO

(Franklin Munford)

Blink Doo, Blink Doo

Tu e eu, eu e tu

Blink Doo, Blink Doo

É maneiro pra chuchu

Jay Rocker

Povoado de Moinhos é o último episódio do filme Sonhos, do diretor japonês, Akira Kurosawa e a ideologia transmitida no filme é que as pessoas acabam seguindo diversos costumes, mesmo sem saber o real motivo de estarem fazendo aquilo.

O filme prega que uma vida mais saudável é capaz de melhorar a existência, além de que, qualidade de vida não está associada a tecnologias “indispensáveis” no dia-a-dia do mundo moderno, assim como, mesmo que você sofra, vale a pena viver.

Povoado de Moinhos celebra um costume nipônico nos funerais e na visão de vida pós-morte, mostrando que embora tenha uma ideologia, sua mensagem é totalmente contrária e contestadora a ideologia transmitida, servindo de crítica ao seu próprio conceito.

Se por um lado, a população do “povoado de moinhos” tem o hábito de colocar flores sobre uma pedra, mesmo sem saber que esse costume foi adquirido por seus antecipados devido ao fato da morte de um visitante, continuando a tradição por longos anos sem se questionar, por outro, o velho de 103 anos mostra que quanto mais simples se vive, melhor, onde as condições de uma água limpa, uma alimentação saudável, um ar puro e os costumes simples de seu povo, eles são capazes de ter uma vida longa, celebrando no final (a morte, no caso) com felicidade.

Mesmo o filme sendo baseado em coisas como o “seguir de olhos vendados”, pela simples comodidade de tradições que não ousamos questionar, ele consegue nos dizer que seguir dessa forma é um erro e seu final emblemático ainda nos faz o tentador convite de ”Atravessar a ponte”.

Ou você continua no vilarejo ou atravessa a ponte. Hoje nós temos duas opções, seguir aceitando velhos conceitos impostos, sem perguntarmos ou porque, ou atravessamos a ponte da ignorância e vamos para longe desse povoado, questionando e mudando.

Película recomendada para quem gosta de filmes de artes e que tenha um embasamento no questionamento.

Você é livre?

13/03/2012

Jay Rocker

O que seria a verdadeira liberdade? Andar vestido como você acha que deve andar ou andar como os seus amigos sugerem que você tem que andar?
O certo seria comer aquilo que lhe dá prazer ou aquilo que dizem que é o ideal, ou ainda, algo para lhe aprisionar em um padrão de beleza que muda a cada temporada?
Por onde anda a tal liberdade que vemos diversas pessoas gritarem a torto e a direito? Como diria a banda Cólera; “Quanto vale a liberdade?”
Ver pessoas reprimindo a liberdade alheia é uma coisa muito comum nos dias de hoje, são departamentos inteiros criados para determinar aquilo que você deve seguir e a forma como você tem que agir. Pessoas que usam mordaças invisíveis e enfiam cabrestos na população, que coloca sem se perguntar o real motivo daquilo.
Mas o pior de tudo é ver pessoas que se dizem libertárias, intrometendo-se em comportamentos alheios, para padronizar culturas, ideologias, filosofias, crenças, enfim, fazendo as pessoas seguirem seu padrão baseado na filosofia de que a pessoa só pode mudar o mundo se ela mudar a si mesmo primeiro.
Concordo, você precisa mudar a si mesmo antes. Mas que mudança é essa? É a aceitação das diferenças, aumento ao respeito alheio. Esse é o primeiro passo, reconhecer que você erra e tem defeitos, assim como todo mundo e não é melhor que ninguém. Ai mora a transformação.
“Vista isso, coma isso, ouça isso se não você não será aceito no grupinho.” Se você analisar, é a mesma filosofia vã que recebemos em casa, no trabalho, no dia-a-dia. Ou você se adapta para fazer parte do grupo, ou é excluído. Então muita gente se esquece de quem é de verdade e acaba sendo uma vítima da imposição, aceitando tudo de mão beijada e vivendo uma vida infeliz.
A transformação pessoal deve acontecer de forma espontânea, independente do que as pessoas acharão. Para você mudar, você não precisa assassinar seu eu verdadeiro, basta deixar que a transformação surja de dentro para fora, não se baseando em comentários alheios, mas no que seu desejo lhe diz. Adote uma nova postura sem abandonar você.
Nessa hora você terá resposta sobre uma grande dúvida: “Você tem amigos de verdade?” Será que seus amigos te aceitam justamente pelo que você é ou apenas porque você deixou-se enquadrar no estereótipo deles? Amigos de verdade aparecerão nesse momento em que você mostra-se você mesmo.
A verdade é que essa tal liberdade que tantos defendem, acaba sendo da boca pra fora, pois existem várias pessoas que assumem uma postura na frente de alguém e mostram se totalmente diferentes, totalmente opostas quando ninguém está olhando. E daí você pergunta: O que é a liberdade real?
Enfim, a sua liberdade só depende de você. Desvencilhe-se de suas amarras imaginárias, quebre todas as correntes que lhe prendem, seja você mesmo e seja feliz.
Por Ramona Tequila
Elas parecem ter saído direto do túnel do tempo. São as neo pin-ups, garotas que inspiram o jeito de se vestir, nas mulheres das décadas de 20 à 60. Esbanjam charme e sensualidade, que não tem sido tão comum nos últimos tempos. O estilo que está de volta com tudo, também chega em cidades, fora do eixo Rio – São Paulo, com referências como a cantora Katy Perry e a atriz Dita Von Teese, ex-mulher do roqueiro Marilyn Manson. Mas afinal, o que é pin-up?
Pin-up é o termo usado para definir garotas voluptuosas, com decotes e lingeries sensuais. Há relatos do surgimento dessas mulheres desde o final do século XIX.pinups17Com a urbanização decorrente da revolução industrial, surge o conceito girl next door, a garota da porta ao lado, e a partir daí as vizinhas passam povoar o imaginário dos homens da década de 40.
Essas mulheres eram sempre flagradas em situações constrangedoras, como no momento em que levantavam um pouco a saia para ajustar a liga em suas meias 7/8, ou então quando escorregavam e caíam numa posição reveladora. Os garotos da época costumavam pendurar em seus quartos ou armários, fotos ou ilustrações desses flagras, e foi daí que foi retirado o termo “pin-up” que significa “ser pendurado”.
Durante a segunda guerra mundial, várias atrizes famosas se vestiam de pin-uppara divertir os soldados. As eternas divas de Hollywood, Betty Grable, Ava Gardner, Rita Hayworth e Marilyn Monroe, são ótimas referências dessa época. Bettie Page e sua dança é outro exemplo. Mulheres bem femininas e sensuais sem serem vulgares, que nunca descuidavam da aparência, porém sem preocupação em ser magra.
Nos tempos de uma sociedade totalmente conservadora, ser uma pin-up era sinônimo da liberação sexual feminina. Mas não pense que o estilo ficou restrito somente ao passado. Hoje com essa avalanche de mulheres frutas, a moda seria como um retorno a inocência (mesmo que proposital), de um tempo em que o “quase mostrar” valia mais do que o “mostre tudo” acentuado pelo mercado pornográfico.
Como então se tornar uma pin-up?
É fundamental ter estilo e elegância. Você pode compor seu visual, com peças de brechós ou de grandes lojas nacionais de departamentos. As coleções de Outono-Inverno, dessas lojas possuem uma influência retro, vale à pena pesquisar bastante. Em sua cartela de cores deve conter o preto, verde água, azul turquesa, vermelho e rosa velho.
E o que vestir?
Invista na cintura alta em shorts ou saias rodadas, vestidos com cintura marcada e sapatos peep toe. Se for usar estampas, prefira as de motivos meigos. Cerejinhas, moranguinhos e bolinhas estão entre as preferidas das neo pin-ups. Barbara, baixista da banda cuiabana Malevah, que é apaixonada pelo estilo dá a dica: “Corpetes e corselets são uma boa opção para quem deseja entrar nessa onda, pois acentua as curvas da mulher e deixa mais feminino”. Existem várias lojas virtuais especializadas no comércio desses produtos, com uma simples busca consegue-se encontrar.
Cabelo e maquiagem
Cabelo longo e pin-up não combinam, prefira o comprimento de médio para curto. Cortes com franja reta também são tendência, e pode-se usar baby-liss de espessura mais grossa para fazer alguns cachos. Para os dias que você não tiver tempo de fazer isso, invista em lenço amarrado como tiara. A maquiagem diária da pin-up é baseada em uma pele bem feita, delineador no estilo “gatinho”, blushs rosados e um batom forte e vermelho. Cílios longos também dão um ar especial em sua composição, use postiços ou mesmo uma máscara alongadora.
Mas antes de querer sair fantasiada por aí, entenda que além de visual ser pin-up em sua essência é um padrão de conduta, diferente dos que vemos hoje em dia. O estilo acaba influenciando a maneira de agir e pensar daquelas que o admiram, e lembre-se que uma pin-up é sempre convidativa, jamais oferecida.

Algumas imagens para se inspirar









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Jay Rocker

Eu olho algumas coisas engraçadas no dia-a-dia e começo a rir sozinho. O poder da mídia tem um grande prazer em destruir culturas e promover uma massificação de identidades para transformar qualquer coisa em moda, objetos de desejo e sonhos de consumo. Sempre foi assim. O Rock dos anos 50, a psicodelia dos 60, o punk nos 70, os góticos nos 80, os grunges no 90 e sempre será. E a cultura de rua acaba saindo das ruas e passa a ser modas nos shoppings. Eu quero o visual, mas a filosofia não é necessária.

Até ai, tudo bem. Compra quem quer, usa quem quer e você sabe quem é quem não é. Fato. Por mais carregado que um visual possa ter, é muito fácil identificar um visual de boutique, como um visual sincero. Nesse tal de boutique, vemos um monte de gente vindo correndo alegremente, curtindo a estação, para na próxima onda, entrar de peito. No fim, fica quem faz parte do meio mesmo. A divulgação em massa não é de todo ruim, pois conheci muita gente que começou algo simplesmente para estar na moda e hoje continua fiel e até mais envolvido e apaixonado pelo estilo. Por mais estranho que possa parecer, tenho colegas que pegaram o hype Grunge (que sempre achei que seria uma moda passageira) e ainda hoje usam suas camisas de flanela, gostam de bandas como Mudhoney, Nirvana, Pearl Jam e Alice In Chains e mesmo com a idade mais avançada (já se foram quase 20 anos) cultivam ideais que cultivaram nos inícios dos anos 90.

Antes que eu me perca no texto, vou voltar para o que me motivou a escrevê-lo. O MOICANO, difundido mundialmente nos anos 70 pelos punks, como forma de protesto ao massacre dos índios moicanos e uma forma de apoio a tribo indígena, que era ainda mais radical na confecção do penteado. Eles simplesmente arrancavam os lados do cabelo e só ficava a crista pra cima. Os punks que utilizaram desse penteado, até hoje sabem disso e em sua maioria o usam pelo mesmo motivo. Porém o moicano banalizou-se de uma tamanha forma, que estão colocando-o até em cachorros.

Algumas pessoas acham que o Neymar é o grande difusor, mas voltando no tempo, essa espécie de “moicano mais aceitável” já vinha com o Br’oz (Nós até sacaneávamos, chamando os caras de moicano br’oz) e nos anos 80, até os porto riquinhos do Menudo usavam um “pré-moicano festinha mamãe não briga”. Mas a porra ficou séria mesmo com o Neymar, que sendo um jogador de destaque no momento, acabou influenciando diversas pessoas a cortarem igual e é ai que eu acho a parada engraçada.

Revi um amigo que estudou comigo em 1989 e que me zuava por causa do cabelo. Não era totalmente raspado, mas eu parecia um pão de forma, e isso até me rendeu apelidos como Pannetone, Seven Boys, essas coisas. O filho dele estava de moicano e é claro que aproveitei a deixa: “Fantasiou o menino de galo?” e ele disse: “Vc usava isso quando a gente estudou junto, lembra?”. Claro que me lembro e acho engraçado, que aquilo que muita gente achava ridículo, hoje é bem visto. A única vez que raspei o cabelo para fazer um moicano, meu pai tratou de tirar a crista com navalha, ele mesmo, além de uma surra com um cinto de balas de alumínio que eu tinha, o que me causou um pequeno trauma com eles, hehe.

Eu ia achar incrível que as pessoas usassem moicanos com algum sentido e não porque viram algum famoso usar, apenas para ser um item visual. Hoje é banal ver um moicano e não choca mais quanto antes, não carrega a responsabilidade como carregava antes e não transmite mensagem alguma. Sinceramente, achei que os Clubbers iam matar e enterrar o moicano, mas hoje, vendo os pitboys e essa molecadinha 666 usando moicano, vejo que as coisas sempre podem piorar.

Patty Ravena

Dia 8 de Março, o então, Dia Internacional da Mulher.
Um parabéns para todas elas, indiferente de raça, cor dos olhos ou tipo de cabelo, credo ou profissão.  Se gosta de pagode, funk, sertanejo, rock, enfim, TODAS AS MULHERES!
Um abraço apertado, para a mulher. Para a mãe, para a filha, sobrinha, irmã.
Mas não quero lembrar delas só hoje, pois, todo dia é dia de mulher!
Todo dia é dia, de lembrar tudo que passamos para poder estar aqui, expressando sentimentos sem ser repreendida de forma violenta.
Não queremos submissão, queremos por na mesa o pão.
Não queremos apenas carinho, queremos fazer e desfrutar do sabor do vinho.
Quero sair nas ruas durante a noite, sem temer o que o escuro abriga.
Não quero ser melhor, quero ser igual.
Mesmos deveres, mesmos valores, ao menos me respeite!
Por que eu tenho que cozinhar, lavar, passar? Se você, homem pode me ajudar?
Dividir o peso, e não sozinha carregar.
Poder comprar meu cigarro, e se quiser me embriagar, sem ninguém o dedo apontar.
Mulher! Menina! Guria! De carne, ossos e sentimentos.
Escute meu protesto, dessa vez não é um lamento!
Feliz dia da mulher, nós podemos lutar no passado e sempre iremos poder!

Jay Rocker

Um vídeo intrigante veio aparecer na internet nos últimos dias. Nele, aparentemente dois amigos estão conversando e filmando tudo, quando surge algo que lembra uma cabeça humana na janela e quando se coloca a câmera no local não há nada. Ambos vão atrás para ver o que está acontecendo, mas não há ninguém no local. Quando eles voltam pra casa… Bem, o vídeo fala por si mesmo.

É uma gravação de pouco mais que 1:30, gravado direto, sem edição e até onde consegui apurar, trata-se de uma casa que foi palco de um crime sinistro onde a filha assassinou a golpe de facas, os pais, os irmãos menores (dizem que eram gêmeos recém nascidos) e os gatinhos que tinham em casa, para logo em seguida se matar.

A casa ficou fechada por algum tempo e ninguém se atrevia a entrar lá. Porém, foi alugada por um rapaz (que provavelmente não conhecia a história) e no seu primeiro dia de “casa nova” teve uma experiência nada agradável.

Hoje as pessoas buscam informações de onde eles estão, pois segundo a descrição do vídeo, o corpo dos dois não foi encontrado.

O assunto é tão interessante, que estamos pensando em organizar uma excursão nessa casa, tirando fotos e imagens e com um número considerável de pessoas, numa operação investigativa e curiosa. Interessados?

O vídeo está hospedado no Youtube em: http://www.youtube.com/watch?v=am3OZVGV2lM e aqui segue a DESCRIÇÃO DA INTERNET

Recebi de uma amiga, que segundo relato, os vizinhos reclamaram de alguns barulhos sinistros em uma casa de Jandira e depois que entraram não encontraram nada que não fosse uma camera portátil sem bateria no chão.

AS IMAGENS SÃO HORRÍVEIS. Não aconselho assistir se você tem medo do sobrenatural, de fantasmas e dessas coisas porque os vizinhos dizem que nessa casa morava uma garota que matou os pais, os irmãos e os animais de estimação. Esse rapaz tinha acabado de se mudar e ele e seu amigo simplesmente sumiram do mapa.

Esse não é um vídeo de susto, que aparece imagem e barulho no final. É real, gravado direto e CHOCANTE! NÃO ASSISTA SE VOCÊ TIVER ALGUM TIPO DE PROBLEMA. Não me responsabilizo pelo que você vai ver e sentir, só quero divulgar pra quem não acredita no sobrenatural. repito: NÃO ASSISTA ESSE VÍDEO SOZINHO, NO ESCURO, A NOITE.

ESSE É UM VÍDEO REAL, não tem edição, é gravado direto. ASSISTA POR SUA CONTA E RISCO!!!!

Jay Rocker

N’O Desafio Musical dos 250 dias, pede-me uma musica para dormir. Existem várias que uso para isso. Foi se a época de deixar rodando a noite toda, mas ainda costumo colocar alguma coisinha, principalmente quando é para relaxar após um dia estressante. No início eu me utilizava de alguns cds de New Age que vinham na extinta revista Planeta, hoje eu já me encontro mais aberto a experimentar coisas novas e nessas ocasiões eu coloco o álbum e deixo-o tocar até que acabe.

Como a tarefa acaba complicando um pouquinho mais, escolher apenas uma música quando estou na fase de “deixar o álbum rolar”, vou utilizar uma que ouço desde 1992, quando comprei um LP na esquina da Paulista com a Consolação. Se não me engano foi em uma casa Hare Krishna que tinha ali perto da JUCESP. Comprei junto com alguns incensos, o nome da banda (que eu acreditava ser uma banda) era Homem de Bem e o álbum se chamava mantras indianos. Descobri então que Homem de Bem era nome do projeto de Tomaz Lima (que até então nunca tinha ouvido falar). Esse disco era de 1989 e pouco tempo após a compra do disco, a canção de abertura foi tema de uma novela da Globo e acabou explodindo. Ela se chama Madana Mohana Murari e é composta de apenas duas frases, mas seu instrumental é muito bom. Me lembro que eu nunca ouvi o disco inteiro e sempre dormia em meio ao lado A, mas nem por isso ele deixou de cumprir seu papel de relaxamento.

Deixo para vocês Madana Mohana Murari, com Tomaz Lima, o HOMEM DE BEM e desejo bons sonhos.

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=1_3mos6PdhY

Letra:

MADANA MOHANA MURARI

Tomaz Lima (Homem de Bem)

Madana mohana murari

Madana mohana murari

Haribol, haribol, haribol

Jay Rocker

Comumente confundem amadurecimento com envelhecimento. Não o envelhecimento etário, que é algo que ninguém nunca conseguirá fugir. Você pode fazer inúmeras plásticas, conservar seu corpo em diversos tipos de câmaras e terapias, mas sua idade nunca irá parar. Quando digo envelhecer (em todas as minhas conversas) geralmente estou me referido ao estado mental, emocional e espiritual (do ponto de vista metafísico) da pessoa.

Quando começamos a andar de bicicleta, geralmente temos duas rodinhas de apoio, que são tiradas de acordo com a nossa evolução no domínio do brinquedo. Assim é na nossa vida. Sempre que entramos num novo estágio da vida, as rodinhas estão lá para nos ajudar, porém, muitos se apegam apenas a elas, deixando que elas tomem conta e que nunca consigam andar por si. Em uma analogia com as rodinhas, posso citar que o seu amadurecimento depende da separação e abandono dessas pequenas rodas. Perca cada uma delas e permita-se evoluir.

O tempo passa, você cresce, suas ideias mudam, assim como as suas prioridades e seus objetivos na vida. Isso se chama evolução, embora algumas pessoas insistam em dizer que isso é uma venda ao sistema imposto pelo Estado. Não, o fato de você abandonar algumas coisas não quer dizer que você se tornou ultrapassado, egoísta ou um “capitalistinha feladaputa”, isso se traduz como evolução. Você abandona as suas rodinhas que o prendiam a mundinhos e passa a ver as coisas mais além. E isso não tem nada a ver com envelhecimento. Você pode manter toda a sua energia juvenil em seu corpo, as crenças e a alegria. Amadurecer não tem nada a ver com virar uma pessoa parruda, e de péssimo humor, pelo contrário, você acaba percebendo que muito das coisas que você dava importância, na verdade não valiam de nada e é muito mais fácil rir daquilo que as pessoas acham que é sério, mas nem imaginam que depois de uns 10 anos, elas também rirão disso.

Eu abandono minhas rodinhas a cada dia, deixo para trás o que tem que ficar para trás. Não que eu me esqueça de coisas ou pessoas, mas mudo as prioridades de acordo com a importância que você tem para aquilo e que aquilo tenha para você, afinal, tudo é uma mão de duas vias, um vai e volta e que cada tipo de ação gerará uma reação, boa ou ruim, mas não passará imune. Isso é abandonar as suas rodinhas.

Não acredito em algumas coisas que eu acreditava quando tinha 15 anos, em contrapartida ainda creio em outras que eu cria quando tinha 05. Descubro coisas novas a cada dia e não tenho medo do desconhecido, se há algo que desconheço, quero conhecer e assim fazer a minha opinião. Não tenho preconceitos e muito menos “pré-conceitos” (termo que pseudo-intelectuais adoram usar como sendo preconceito mas que a etimologia de uma palavra não tem nada a ver com a outra), falo aquilo que penso e trato todo mundo da mesma maneira. Isso você aprende com o tempo, com o amadurecimento.

Tenho minha família e sou responsável por ela. Considero-me um bom pai, exemplar e muito presente, diga-se de passagem, cumpro as minhas responsabilidades, desempenho minhas funções com méritos no trabalho, encaro tudo como desafio, entrego trabalhos da faculdade em dia e com qualidade, como se fosse preparado para um cliente, tenho boas notas, faço curso aos sábados e domingos e ainda tempo para fazer diversas coisas, como a volta ao baquete e ao ciclismo. E o mais importante, sempre de bom humor, o que causa certa inveja, raiva e constrangimento nas pessoas, tudo isso aumentado quando elas percebem que eu nem ligo para isso. É assim que penso, embora muitas pessoas vejam uma imagem de um irresponsável, sem limites e que leva a vida toda de uma maneira diferente, sou uma pessoa normal, que gosta de coisas normais (outras nem tanto assim) e levo uma vida normal, apenas acrescida de emoções e de prazeres. Musica, rock and roll, videogame, bicicleta, basquete (esses dois itens em fase de reaprendizagem), filmes e produzindo muito em diversos campos culturais. Essa descrição caia muito bem em mim no início dos anos 90 e coincidentemente cai muito bem em mim hoje em 2012. Parei no tempo? Mantive as rodinhas? Não, pelo contrário, agreguei mais coisas a minha capacidade e a minha vida, evoluí, amadureci e principalmente, não perdi a minha essência, continuo sendo eu mesmo nas noites ensolaradas e evoluindo cada segundo mais. Quero um dia diferente de tudo que já tive a cada dia que se passa e é assim que sigo.

Deixe as rodinhas para trás, aproveite sua vida, faça o quem que fazer e nunca deixe de ser você. Mas nunca se esqueça de que toda ação leva a uma reação e você, unicamente VOCÊ é responsável por seus atos.

Minhas rodinhas ficaram para trás e cada uma que surge, somem cada vez mais rápido. Desprenda-se.

Denis M. Alves

É interessante como nossa mente cria pré-conceitos sobre tudo e todos.

Tem até aquele ditado: “A primeira impressão é a que fica”, que é um ditado que ilustra bem o modo como costumamos pensar e julgar, e como somos preconceituosos.

E foi analisando um fato que aconteceu comigo que pensei sobre essas coisas, e gostaria de contar como foi.

Estava em casa depois de um dia de aula, cansado e pronto pra ir dormir.

A televisão transmitia a final do BBB (aquele reality show imbecil), e eu fiquei imaginando como as pessoas ficariam comentando sobre quem venceu e o que aconteceu no programa no dia seguinte.

Pois bem, como vocês puderam perceber, a observação sobre este programa que fiz há pouco já mostra o conceito que formei em minha mente sobre ele, que óbvio, foi baseado em experiências que tive assistindo-o.

Além desse conceito que formei sobre este reality show, ainda tem o conceito formado sobre o apresentador do programa, Pedro Bial, que apesar de ser uma pessoa inteligente, é autor de grandes gafes ao vivo, além de costumar falar bastante besteira, o que fez com que caísse no meu conceito. Pois bem. Baseado nesses dois conceitos formados,

eu estava certo de que nem assistiria a final do programa, porque não queria nem saber o que aconteceria em seguida: pouco me importava e nada mudaria em minha vida se eu soubesse quem seria o ganhador do prêmio milionário.

Eis que por puro milagre (ou preguiça de ir pra cama, nossa!), fiquei na sala assistindo o programa, e Pedro Bial, nesse dia, me surpreendeu com uma reflexão que fez, e os instantes que eu fiquei assistindo acabaram valendo a pena.

Tendo em vista esse fato que aconteceu e como minha mente preconceituosa trabalha, refleti sobre como subestimamos e sobreestimamos as coisas e as pessoas nas relações interpessoais na sociedade.

Também por isso que o Pedro Bial outrora caiu no meu conceito, como eu disse anteriormente, e também por isso que somos surpreendidos algumas vezes.

Se você nota que alguém se surpreendeu com você é porque, baseado no conceito que ela formou sobre você, ela não achava que fosse capaz de realizar aquilo que a impressionou. Ou seja: quando uma pessoa se impressiona com o que você faz, significa que ela te subestima.

Então, não há motivo pra você ficar feliz quando alguém se impressiona com algo que você faz, ou quando você é aplaudido. O problema é que impressionar as pessoas faz com que a atenção se volte pra você,

e isso tem a ver com protagonismo, e com chamar a atenção das pessoas em quem você é sexualmente interessado.

Talvez se fossem tirados os interesses sexuais e o ego das pessoas, impressionar não seria mais algo buscado,

as pessoas buscariam mais a satisfação pessoal do que inflar o ego e sucesso sexual. Mas retomando o assunto, isso também vale pra quando você sobreestima uma pessoa.

Aquela pessoa que você acha que nunca irá falhar pode falhar às vezes. Quem você sempre dá ouvidos por ser inteligente, pode te dar conselhos errados também. Como nossa mente tende a julgar as pessoas constantemente,

temos que buscar reformar conceitos o tempo todo. Atualizar a impressão sempre que pudermos.

Óbvio, há de onde não podemos esperar grandes mudanças, e que é melhor mesmo nos mantermos afastados e com aquele conceito formado.

Mas é preciso saber que a partir desses conceitos formados que surge o preconceito xenófobo e genocida que conhecemos historicamente, e problemas como bullyng, e outros problemas relacionais das pessoas. Mas é preciso saber também que é julgando as pessoas e a sociedade que tomamos decisões, que adquirimos confiança, que deixamos de fazer as coisas,

que aprendemos a malandragem de falar ou deixar de falar, e etc.

Os conceitos e preconceitos são, portanto, necessários para a evolução.

O que seriam de teses, teorias ou conceitos que vigoram hoje em dia se não fossem antigas teses,

teorias ou conceitos que foram quebrados?

Pense sobre isso!

Arquivado em: Área Livre I Comentários (0)

Jay Rocker

Ontem eu dei a largada no convite de parceiros para o site. Não busco parceiros para troca de visitas, busco parceiros para me ajudarem a escrever o blog e quiçá fazerem parte do time com colunas semanais e assim transformar essas duas mãos em quatro, depois seis, e sucessivamente.

Para isso, inicialmente criarei a categoria Área Livre, que vai conter todos os textos de participantes eventuais. Caso seja uma pessoa que participe mais ativamente, será criado uma categoria com o nome escolhido por ele, além de outra com seu nome.

Vale lembrar ainda que de acordo com as informações do site, os textos assinados são de inteira responsabilidade do autor, podendo não refletir necessariamente a opinião do blog e desde o momento do envio do material, o autor fica ciente que este é um espaço de copia livre, onde qualquer um pode retirar qualquer matérias e reutilizar em qualquer outro veículo de comunicação, desde que citado a fonte.

E para começar com o pé direito, temos joje a presença de Denis M. Alves, com seu texto chamado:  ”Preconceito, Subestimação e Sobreestimação”. Leia, opine, desça a lenha. O espaço é nosso e temos muito do que comentar ainda.

Feliz março de 2012!

Jay Rocker

Eu não gosto quando aparece n’O Desafio Musical de 250 dias, temas que não sejam objetivos. Como o de hoje, por exemplo. Celebrar o quê? Temos diversos momentos para celebrar, com os mais diversos tipos de pessoas e por isso acabamos por celebrar de forma diferente de acordo com a situação empregada.

Já que não há um direcionamento, vou usar uma canção para celebrar com os amigos. We’re Not Gonna Take It - Twisted Sister

Grande clássico do Hard Rock, lançado em 1984 no álbum Stay Hungry. Fez muito sucesso no mundo todo e pode ser considerado um dos maiores (se não o maior) hit da banda. Tem um clipe prá lá de divertido e mostra toda a essência da banda. Uma música que é um convite a cervejada, aos abraços e diversas loucuras que podemos fazer entre amigos, principalmente em shows de rock.

Quando verem o vídeo, reparem que Black Or White de Michael Jackson usou o mesmo formato e o mesmo elemento, do filho com a guitarra, tocando rock e o pai chegando para censurá-lo. Só que mais que isso, essa música tem uma estória muito estranha.

Segundo a mitologia barueriense, essa é uma musica do Naja, que foi coverizada pela banda Twisted Sisters. Reza a lenda que dois anos antes de sua formação, os integrantes da banda Naja estavam nos Estados Unidos e conheceram um cara chamado Daniel Sniper.

Daniel tinha umas idéias um tanto quanto loucas, sempre influenciado na questão visual pelo grupo brasileiro Secos & Molhados e pela escola de samba Oba Oba (de Barueri). Ao saber que Gério e Glauco eram brasileiros e da cidade de Barueri, Daniel Sniper começou a rondar a casa que eles moravam, no lado sul de Village.

Um dia, enquanto Gério aparava a grama e Glauco colocava as roupas no Varal, Daniel Sniper ofereceu alguns biscoitos de escoteiros para eles. Gério achou o visual andrógino de Daniel muito engraçado, parecia uma Drag Queen reumática e automaticamente apelidou-o de Snider (invertendo a letra p de seu sobrenome). Para ficar mais amigo da dupla que seria o embrião do Naja, Daniel disse que tinha adorado. Nesse momento ele se torna Daniel Snider, mas Glauco não conseguia pronunciar o nome certo e só o chamava de Dee. Assim surgiu Dee Snider.

Dee Snider disse que gostava de rock e Glauco tratou de mostrar uma música chamada We’re Not Gonna Take It para ele. Dee adorou e convidou-os para um almoço num barco. Convite aceito, afinal, Glauco e Gério estavam a base de bolacha Cream Cracker e água de torneira. A possibilidade de um boca-livre era um sonho. Ainda mais num barco.

O que os nossos heróis não sabiam é que eles estavam entrando de gaiato num navio, oi!, entrei, entrei, entrei pelo cano e ao entrarem, Dee os jogou no porão e eles começaram a trabalhar como escravos, remando o navio. Dee então, tratou de montar a banda Twisted Sisters e gravou We’re Not Gonna Take It.

Enquanto ele desfrutava do sucesso, nossos heróis estavam descascando batata no porão e dois anos depois aportaram no Tiête, sendo salvos pelos Piratas do Tiête, do grande Laerte, mas para isso, tiveram que ser sodomizados por toda a embarcação. Mas alguma coisa aconteceu no coração dos dois quando o Tiête cruza o Barueri Mirim e eles pularam e chegaram no Centro de Barueri, vindo pela Aldeia, porque em 1986 não havia o acesso direto.

Chegando aqui, montaram a banda Naja e o resto é estória. Quanto a Dee Snider, ele continua com o nome e a musica tirado de Glauco e Naja e reza a lenda que Twisted Sister é como Dee Snider chamava os dois.

Como disse, isso é mitologia barueriense, até hoje ninguém conseguiu provar a história, mas o certo é que We’re Not Gonna Take It é uma excelente canção para se celebrar.

Enjoy!

http://www.youtube.com/watch?v=4xmckWVPRaI

We’re Not Gonna Take It

Twisted Sister
We’re not gonna take it
No, we ain’t gonna take it
We’re not gonna take it anymore
We’ve got the right to choose
And there ain’t no way we’ll lose it
This is our life, this is our song
We’ll fight the powers that be just,
Don’t pick our destiny’cause
You don’t know us, you don’t belong
[CHORUS]
Oh, you’re so condescending,
Your gall is never ending
We don’t want nothin’,
Not a thing, from you
Your life is trite and jaded,
Boring and confiscated
If that’s your best,
Your best won’t do
Oh
Oh
We’re right, yeah
We’re free, yeah
We’ll fight, yeah
You’ll see, yeah
[CHORUS] (2x)
No way
Oh
Oh
We’re right, yeah
We’re free, yeah
We’ll fight, yeah
You’ll see, yeah
[CHORUS]
We’re not gonna take it (No)
No, we ain’t gonna take it
We’re not gonna take it anymore
(Just you try and make us)
We’re not gonna take it (come on)
No, we ain’t gonna take it
(You’re all worthless and weak)
We’re not gonna take it anymore
(Now drop and give me twenty)
We’re not gonna take it
(A pledge pin)
No, we ain’t gonna take it
(On your uniform)
We’re not gonna take it anymore.

Jay Rocker

Um dos objetivos que tinha na época do Vinagre & Fel, era promover um encontro cultural das diversas tendências que existiam e/ou viessem existir, fortalecendo assim diversas cenas e mantendo a arte marginal em evidência.

Desde 2007 o blog tem aberto espaço para quem quer escrever textos, poesias, entrevistas e qualquer tipo de coisa, mas não tem saco para manter um blog ou ainda tem um blog, mas quer ampliar suas ferramentas de comunicação. Desde o princípio, deixamos bem claro que as opiniões dos textos assinados podem não refletir a opinião do editor e consequentemente de todo o blog, mas acredito que todos tem o direito de se expressar e dizerem aquilo que está em sua cabeça, sem censura e sem nenhum tipo de amarras, por isso o espaço nunca é editado e é transcrito na íntegra para o blog, deixando de forma natural e como se fosse o próprio autor do texto que tivesse passado a página para a timeline do Vinagre & Fel.

Se você contribui com a arte de alguma forma, o espaço está aberto para suas opiniões e será um grande prazer disponibilizar espaço em nosso ambiente. Entre em contato e venha fazer parte desse levante.

Interessados podem entrar em contato pelo e-mail dogbiteprod@gmail.com ou pela nossa página no Facebook, que está no link http://www.facebook.com/pages/Vinagre-Fel/304965006217931

Enjoy!

[Will Potter, jornalista estadunidense, é o autor de “Green Is The New Red” (Verde é o Novo Vermelho), leitura essencial para todas as pessoas interessadas nos recentes casos de perseguição e criminalização que ativistas ambientalistas e animalistas estão sofrendo nos Estados Unidos com base em interesses corporativos.]

Pergunta > Por favor, apresente-se e apresente também seu livro, “Green Is The New Red”.

Resposta < Olá a todos. Sou um jornalista indepentende de Washington, DC. Meu trabalho tem sido editado em publicações como Los Angeles Times, Mother Jones e National Public Radio. Centro meus artigos e entrevistas em como os ativistas políticos estão sendo rotulados como “terroristas” por parte das empresas e do governo dos Estados Unidos. “Green Is The New Red” enfoca como ativistas de direitos animais e ativistas ambientais tornaram-se a “ameaça número um do terrorismo doméstico” pelo FBI. Meu livro está escrito de forma narrativa, contando a história de vários membros da Frente de Libertação da Terra, do Stop Huntingdon Animal Cruelty e outros grupos, ao mesmo tempo que investiga como as corporações fabricaram a idéia de “eco-terrorismo”.

Pergunta > Quando falamos de AETA¹, de Green Scare²… Podemos dizer que eles atingiram seu objetivo? Quero dizer, notou-se que nos Estados Unidos o trabalho dos ativistas pelos animais e pela terra diminuiu desde que começaram essas estratégias repressivas?

Resposta < Esta pergunta é muito difícil de responder, porque os movimentos sociais, por sua própria natureza, mudam constantemente. No entanto, não podemos negar que essas táticas tem tido um efeito inibidor, o que significa que muitos ativistas pensam duas vezes antes de dizer ou fazer algo, porque estão preocupados em ser estigmatizados como terroristas. Dito isso, tanto o movimento pelos direitos dos animais como o movimento ambiental dos Estados Unidos são vibrantes e estão crescendo. Ressurgiram as ações de desobediência civil não-violentas em protestos relativos às mudanças climáticas, e os ativistas dos direitos dos animais estão, muito eficazmente, usando investigações sigilosas.

Pergunta > Suponho que os meios de comunicação têm apoiado esse tipo de repressão. Que importância teve (ou tem) quando criminalizam ativistas? Algum jornal, canal de televisão… mostraram-se de alguma forma críticos com todo esse assunto?

Resposta < Na maioria dos casos, os jornalistas dos Estados Unidos não conseguiram examinar criticamente estas táticas. Eu diria que uma das razões pelas quais o “eco-terrorismo” se tornou uma ameaça deste calibre foi porque os jornalistas convencionais usavam esse termo, sem questionar sua fonte. Nos últimos meses temos visto mais e mais crítica às leis como a AETA, mas no geral não têm recebido muita atenção.

Pergunta > Como você sabe, na Espanha vários ativistas foram acusados de atividades ilegais relacionadas com a libertação animal. Todos estão (ou estiveram) trabalhando em campanhas legais. As comparações com o SHAC 7 ou o caso dos animalistas austríacos é inevitável. Você acha que pode aparecer em outros países, que não seja nos Estados Unidos, leis parecidas à AETA?

Resposta < Totalmente. Espanha, Áustria, Finlândia e em um monte de lugares estão vivendo processos que copiam tais táticas. As campanhas dirigidas por corporações para demonizar o movimento pelos animais e o movimento ambientalista tachando-os de “eco-terroristas” tornaram-se internacionais, nas áreas de aplicação. Diria que este é um exemplo de que essas táticas não são “a repressão do Estado”, como esquerdistas tendem a descrevê-las, e sim como “repressão corporativa”. O Estado pode estar colocando em prática estas táticas, mas apenas porque as corporações procuram proteger seus lucros em todo o mundo.

Pergunta > Quais são, na sua opinião, os “pontos fracos” do movimento para torná-lo vulnerável a ataques repressivos como estes?

Resposta < A estratégia por trás dessas táticas do governo é a fragmentação. Ao falar sobre isso eu acho que ajuda a visualizar os movimentos sociais com componentes “horizontais” e “verticais”.

A intenção é separar esses movimentos horizontalmente, e criar divisões entre eles e, chamemo-as, esquerda mais ampla. Defensores dos direitos dos animais e ambientalistas estão, portanto, sendo representados como extremistas ideológicos que, se não forem detidos, não deixarão que coma carne ou dirija carros ou tenha animais de estimação. Claro que, por si só, já existam tensões entre esses movimentos e a esquerda tradicional, mas os políticos e corporações tentam levá-las ao extremo. Se esses movimentos não são vistos como parte de uma luta social para uma maior justiça, é mais fácil para outros grupos de esquerda ou progressistas se afastarem quando reprimidos.

Da mesma forma, é uma tentativa de fragmentar estes movimentos de forma vertical.  Se diz aos grupos legais que deve condenar os grupos clandestinos, e que se não o fazem também serão tratados como terroristas. Com esta estratégia, matam dois coelhos com uma cajadada só. Por um lado, rompem os laços desses movimentos com os de outros movimentos sociais, e por outro lado, rompem as ligações entre os grupos legais e grupos clandestinos. Ou seja, isolam as suas metas e intensificam a repressão.

Então, para responder sua pergunta mais diretamente, a tática mais eficaz para suprimir esses movimentos tem sido a de confrontar os ativistas, seja pressionando-os a tornarem-se informantes ou pressionando-os a condenar publicamente uns aos outro.

Pergunta > No caso dos presos que decidiram cooperar e delatar outros companheiros, eles receberam realmente sentenças reduzidas ou estão cumprindo sentenças semelhantes aos prisioneiros que optaram em não cooperar? Estão estes prisioneiros (que colaboraram) recebendo algum apoio do movimento?

Resposta < As penas variam de um preso a outro, mas os que cooperaram com o governo receberam sentenças comparáveis aos que não o fizeram. Alguns dos prisioneiros que colaboraram receberam algum apoio de algumas pessoas do movimento, mas a maioria das pessoas mais “radicais” ou de base deste movimento se opõem fortemente a apoiá-los de qualquer forma.

Pergunta > Por favor, recomende as que, para você, seja as melhores fontes de informação sobre a repressão contra ativistas, o Green Scare… (sites, fanzines, livros… seja qual for)

Resposta < Uma boa visão geral de muitas táticas usadas contra ativistas na história dos Estados Unidos é “Beyond Bullets: The Suppression of Dissent in the United States”, de Jules Boykoff. Para obter informações sobre presos, o “Earth Liberation Prisoners Network” disponibiliza uma grande lista de e-mails que informam todas as novidades.

E, claro, www.GreenIsTheNewRed.com tornou-se uma referência de noticias sobre estes temas. Espero que as pessoas que estejam lendo isto também considerem a opção de ler meu livro, “Green Is The New Red: An Insider’s Account of a Social Movement Under Siege”.

[1] AETA: Siglas de Animal Enterprise Terrorism Act, uma lei federal dos Estados Unidos que dá margem de manobra para o Departamento de Justiça para aumentar a repressão contra ativistas pelos animais.

[2] Green Scare: termo com o qual se denomina as novas estratégias de repressão contra os ambientalistas e ativistas pelos animais. Caracteriza-se pela imposição de longas penas de prisão para os ativistas, a pressão exercida sobre eles a testemunhar contra seus companheiros.

Extraído do http://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2012/02/23/eua-entrevista-com-will-potter-autor-do-livro-%E2%80%9Cgreen-is-the-new-red%E2%80%9D/


Numa ação ousada e bem-humorada, feministas radicais da banda de punk rock Pussy Riot subiram ao altar da principal igreja ortodoxa de Moscou, a Catedral do Cristo Salvador, e cantaram “Santa Merda, uma oração punk“, invocando a ajuda dos céus para “escorraçar Putin”. O caso teve uma enorme repercussão na Rússia e foi aberto um processo no qual as meninas foram enquadradas no artigo “vandalismo” e podem pegar até sete anos de prisão.

A performance aconteceu na terça-feira (21 de fevereiro), com as meninas do Pussy Riot a cantarem freneticamente com máscaras cobrindo o rosto e roupas coloridas, sendo interrompidas pela intervenção de beatas e seguranças que arrastaram as ativistas para fora da igreja.

Outras ações

No início desde ano várias integrantes da banda foram detidas na Praça Vermelha de Moscou, após uma ação perto da Catedral de São Basílio. Oito meninas em pleno dia subiram ao Lobnoe mesto (Lugar das Proclamações), ligaram o equipamento de som e cantaram a canção “Revolta na Rússia”, dedicada ao primeiro-ministro, Vladimir Putin.

Funcionários do Serviço de Segurança Federal não reagiram imediatamente, e a canção foi executada até o fim. As participantes foram detidas, mas libertadas depois de várias horas. Agora elas esperam para comparecer ao tribunal administrativo.

A banda já executou ilegalmente outras performances, como ao lado do pavilhão de isolamento onde foram detidos oposicionistas russos, as meninas cantaram a sua canção “Morte a prisão, liberdade a protesto”.

Com máscaras de esqui e vestidos coloridos, guitarras e microfones nas mãos, elas desafiam o poder e a polícia em Moscou, cantando versos profanos e provocatórios, convencidas de que “a revolução na Rússia deve ser feita principalmente pelas mulheres”. O Pussy Riot, coletivo “punk de feministas radicais”, como se autodefinem, tem um objetivo simples e ambicioso: “combater o macho Putin, rompendo com a cultura paternalista e sexista que ainda impera na Rússia”.

Notícia original no site da agência de notícias anarquistas. Acesse e veja o vídeo da ação. http://noticiasanarquistas.noblogs.org

Jay Rocker

Divergindo de diversos fatores considerados por diversos religiosos, que acham que os cientistas estão querendo brincar de Deus, eu sou totalmente favorável à continuidade dos testes e pesquisas com células tronco embrionárias. Com base na Lei Federal de Biosegurança LEI Nº 11.105, DE 24 DE MARÇO DE 2005. A leitura e interpretação desta lei através do viés biológico, mais especificamente, da fase de ovo à implantação do mesmo à parede uterina (aproximadamente duas semanas após a fecundação), da formação do tubo neural (aproximadamente quatro semanas após a fecundação) e da passagem da condição de embrião à condição de feto (8ª. semana após a fecundação) fundamentam a posição favorável, não obstante ao contexto polêmico que envolve esferas éticas, morais, religiosas, legislativas e até mesmo acadêmicas.

Muito pertinente o trabalho da autora em relação à Quarta Geração dos Direitos Humanos. Historicamente é muito relevante ressaltar as posições e atitudes consideradas coerentes dentro do contexto da época e que se revelaram retrógradas com a evolução científica e tecnológica: o Geocentrismo defendido por Galileu Galilei X Heliocentrismo defendido pela Igreja, A Teoria da Evolução de Darwin criticada e ridicularizada, Osvaldo Cruz e a resistência encontrada para promover a erradicação da Febre Amarela. A História está repleta de exemplos de visionários que enfrentaram resistências com suas teorias pioneiras perante o status quo, mas felizmente, foram superadas e hoje são as pedras angulares para muitos campos da Ciência. Da mesma maneira, o que atualmente acontece com as novas tecnologias.

E em conformidade com os ideais aos quais se basearam os Direitos Humanos, minha concordância com a proposição feita, segue consoante os princípios que norteiam: Liberdade, pois confere ao indivíduo o direito de dispôr ou não, de maneira como aprouver a si, de seu organismo de acordo com suas crenças, éticas e necessidades. Igualdade, porque proporciona à sociedade usufruir dos benefícios oriundos da pesquisa com as células tronco embrionárias. Fraternidade, pela razão de que é necessário um corpo normativo, sejam leis, normas ou itens de conformidade, elaborado e observado por um elemento, preferencialmente meritório no assunto e em todos seus âmbitos: governo, conselho de ética, ministério, ou seja, os limites ou a possibilidade de reflexão sobre a maleabilidade destes limites dentro da dinâmica possibilitada pelos direitos de Liberdade e Igualdade.

Não obstante os benefícios totais ainda serem hipotéticos, a sociedade já reconhece alguns avanços como o congelamento das células-tronco umbilicais, onde existe um mercado estabelecido. E, como toda nova tecnologia, como menciona a autora do texto base para esta argumentação, é normal existir dúvidas e questionamentos, o que é plenamente saudável, porque as justificativas de nossas opiniões não serão consistentes se embasadas em dogmas ou posições sectaristas, mas sim na reflexão dos Direitos e das Garantias dos mesmos.

Jay Rocker

Estamos na época do Fast All. Fast Food, Fast News e até Fast Life. Tudo passa muito rápido, então para acompanharmos esse ritmo desenfreado, somos obrigados a seguir os padrões pré-estabelecidos sem ao menos pararmos para nos perguntar qual o real motivo que nos leva a executar tais tarefas.

Truman representa muito bem o cidadão do século XXI, embora não seja nenhuma novidade o tema, pois George Orwell já o tinha abordado em seu livro 1984, porém, o protagonista era uma outra pessoa.

Todos somos uma espécie de Truman. A grande massa é uma espécie de Truman e no filme, todos os espectadores eram uma espécie de Truman. Fazemos as mesmas propagandas sem notar, seja com nosso tênis de uma marca mundialmente conhecida, que utiliza da mão de obra infantil em algum país africano subdesenvolvido, seja em nosso celular descartável de ultimo modelo, em nossa rede de alimentos preferida e até mesmo na nossa musical e estilo que adotamos visualmente.

Visando compreender a sociedade como um todo, incitando a formação de uma opinião própria e ajudando a refletir sobre um real posicionamento do que é oferecido, a Teoria Crítica aparece no filme no exato momento em que Truman decide tomar as rédeas de sua vida de volta.

Algo estranho está no ar. As mesmas pessoas comprando as mesmas revistas, os mesmos carros, as mesmas pessoas… Quem nunca percebeu que vê o mesmo motorista e cobrador de ônibus todos os dias, que tem os mesmos rostos no ponto de ônibus e sempre aquele cara na porta da padaria com algum bordão non sense para te chamar a atenção. Estaríamos nós sob a lente do Grande Irmão?

Truman nota isso e decide buscar respostas a sua vida, resposta essa, sabiamente figurada com as ilhas Fiji, onde ele tenta quebrar a casca do ovo em que se encontra para perceber que sua vida é uma grande farsa, mesmo sendo real. Um paradoxo brilhantemente abordado na película. Era tudo real, mesmo que arquitetonicamente bem planejado. Mas antes de qualquer coisa, Truman era um ser humano, com emoções reais e uma vida real, dentro de um globo de fantasia, tanto que, os picos de audiência eram os momentos no qual o lado humano do protagonista ficava exposto de maneira completamente explícita.

Isso me lembra a experiência dos macacos com bananas e jatos d’água, onde foram colocados 05 macacos numa jaula e uma penca de banana. O instinto natural dos primatas fizeram com que eles fossem até a penca, mas a cada vez que subiam (o cacho estava no alto com acesso por uma escada) para retirar, um forte jato de água era ligado neles, o que o faziam desistir. Se um fosse, todos tomavam o jato. Chegando uma hora que nenhum mais ia. Trocaram um macaco e quando o “novato” foi subir, os macacos mais antigos começaram a espancá-lo e assim  seguiu até ficarem apenas macacos novatos, que não faziam idéia do motivo de fazerem aquilo, mas mesmo sem os jatos, quando um macaco se prostava na escada, os outros (que nunca tinham tomado jato) já batiam nele. Assim agimos, condicionados a obedecer aquilo que nem sabemos o motivo, mas mesmo assim fazemos. Essa é a grande massa Truman.

Alguém já reparou que as garotas são todas parecidas, com os mesmos cabelos, roupas, corpos e tudo tão pasteurizado? Qual seria o motivo? As pessoas que começam a questionar, rapidamente são exclusas do grupo e assim, novas pessoas ficam com medo de questionar e acontecer o mesmo. Mais uma vez, o condicionamento psicológico entra em ação.

A grande massa é a verdadeira responsável pela ocorrência desses fatos, pois é ela quem decide o que vai passar na TV, mesmo parecendo contraditório, pois o pessoal da grande mídia dá aquilo que eles querem ver, unindo a isso os seus reais interesses, que nada mais é que a dominação em massa, fazer as pessoas engolirem seus produtos e assim faturar a cada dia mais.

Nesse universo existente entre a fantasia de um filme como o Show de Truman e a nossa vida real, como massa, as similaridades estão mais que expostas. A diferença é que Truman conseguiu “sair” de seu show, enquanto a grande massa continua como a mídia ordena que ela fique.

Na verdade, não existe nenhuma musica que me dá raiva. Existem músicas que não gosto, independente do artista, mas nenhuma me dá raiva. O que realmente chega a me dar raiva é o xiitismo de alguns fãs que só faltam matar porque alguém não gosta das musicas de suas bandas preferidas. E isso existe em todos os estilos.

Realmente não existe uma música que me de raiva e a resposta para o 23º Desafio Musical dos 250 dias é: NENHUMA

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